A escolha entre implementar o BYOD (Bring Your Own Device) ou investir na locação de equipamentos corporativos é uma decisão estratégica para empresas que desejam crescer com segurança e eficiência.

No ambiente B2B, em que proteção de dados, compliance e produtividade são essenciais, definir o melhor modelo de gestão de dispositivos pode determinar a competitividade do negócio.

Hoje, apresentamos um comparativo prático que analisa riscos, benefícios e critérios essenciais para ajudar gestores de TI, diretores financeiros e decisores de compras a enxergar além das promessas do BYOD e avaliar, de forma objetiva, como essa abordagem se compara ao outsourcing. Confira!

O que é BYOD e por que ele atrai empresas?

BYOD significa “Bring Your Own Device”, uma política em que colaboradores usam seus próprios notebooks, tablets e smartphones para executar tarefas profissionais.

A promessa inicial do BYOD é reduzir custos com a compra de equipamentos e permitir que o colaborador trabalhe com dispositivos já conhecidos. Essa sensação de liberdade pode aumentar o engajamento e facilitar a adoção de novas ferramentas digitais.

No entanto, por trás da economia aparente, surgem desafios relacionados ao controle de atualizações, configurações de segurança e inventário de ativos. Empresas que lidam com dados sensíveis ou regulados, como financeiras e jurídicas, enfrentam riscos que precisam ser avaliados com cautela.

Pontos de atenção com o BYOD

A seguir, listamos alguns dos principais pontos de atenção que você deve analisar antes de optar pelo BYOD:

1. Segurança de dados: um desafio crítico no BYOD

A segurança de dados é o maior desafio do BYOD. Quando colaboradores acessam sistemas corporativos a partir de dispositivos pessoais, a empresa perde parte do controle sobre o ambiente. Afinal, muitos desses equipamentos podem não contar com antivírus atualizado, firewall robusto ou criptografia de dados, facilitando vulnerabilidades.

O risco do BYOD se intensifica em redes públicas, instalação de aplicativos não homologados e compartilhamento inadvertido de arquivos. Um notebook ou smartphone perdido pode expor informações confidenciais sem que a empresa consiga agir rapidamente.

Outro ponto delicado é o compliance. Setores regulados exigem rastreabilidade e níveis elevados de cibersegurança. O BYOD dificulta a implementação dessas práticas, criando riscos de falhas normativas e multas.

Para evitar esse problema, a empresa precisa investir em soluções de monitoramento remoto, VPNs e autenticação multifator, elevando o custo e a complexidade da operação. Mesmo assim, nem sempre é possível garantir proteção total contra vazamentos e ataques.

Confira também o conteúdo que preparamos sobre notebooks para home office!

2. Suporte técnico e manutenção: riscos ocultos no BYOD

O suporte técnico em ambientes BYOD é um dos principais gargalos para as equipes responsáveis pelo TI. Cada colaborador traz para o ambiente corporativo um conjunto diferente de dispositivos e sistemas. Isso dificulta o diagnóstico de problemas, aumenta o tempo de resposta e pode fugir da expertise do suporte interno.

Sem acesso total aos equipamentos, o time de TI encontra limitações para instalar atualizações ou corrigir falhas. O colaborador, ao assumir a responsabilidade pela manutenção, pode adiar reparos ou deixar de atualizar o sistema, colocando em risco a segurança e a produtividade da empresa.

3. Padronização de dispositivos: impacto na produtividade e integração

A heterogeneidade de dispositivos no BYOD dificulta a padronização de softwares, gestão de licenças e integração entre sistemas. Colaboradores com diferentes modelos de notebook ou smartphone enfrentam diversos níveis de desempenho, resultando em gargalos operacionais.

A padronização proporcionada pela locação de notebooks garante que todos trabalhem com hardware e sistemas alinhados. Isso facilita a instalação de aplicativos, o gerenciamento centralizado e a execução de atualizações simultâneas.

A produtividade também é promovida quando todos têm acesso a ferramentas padronizadas, evitando incompatibilidades ou perda de tempo com adaptações.

4. Custo total de propriedade (TCO): ilusões de economia no BYOD

O BYOD pode parecer econômico ao eliminar a compra de equipamentos. Porém, o custo total de propriedade (TCO) mostra que a economia inicial pode ser ilusória. Empresas gastam com suporte a múltiplos dispositivos, reposição de ativos diante do turnover e perda de produtividade por falhas técnicas.

A necessidade de investir em licenças extras, soluções de cibersegurança, adaptação de sistemas e treinamento para diferentes plataformas pesa no orçamento. Além disso, o risco de incidentes de segurança gera despesas inesperadas, como multas e prejuízos financeiros.

Mulher sorrindo com celular e laptop

Benefícios da locação: suporte especializado e segurança na troca

Antes mesmo de pensar na máquina física, a proteção dos dados corporativos é a prioridade na locação de equipamentos. Fornecedores qualificados garantem a entrega de dispositivos com camadas extras de proteção e, principalmente, realizam processos certificados de data wiping (limpeza lógica de dados) ao final do contrato.

Isso assegura que sua empresa esteja em conformidade com a LGPD, eliminando riscos de vazamento de informações sensíveis — um benefício crítico que supera a simples aquisição de hardware.

Ao alugar equipamentos, empresas contam com suporte técnico especializado, manutenção preventiva e corretiva, além de troca rápida de dispositivos em caso de falha. Isso reduz o tempo de inatividade, garantindo que os colaboradores tenham sempre acesso a equipamentos modernos e funcionais.

O setor de TI pode se dedicar a projetos estratégicos, deixando a gestão da infraestrutura tecnológica nas mãos do fornecedor terceirizado. A atualização tecnológica constante, prevista em muitos contratos de locação, mantém o parque de TI alinhado às demandas do mercado.

Empresas que enfrentam picos de demanda ou expansão acelerada podem ampliar ou reduzir o número de equipamentos locados conforme a necessidade, evitando ociosidade ou falta de recursos.

BYOD x aluguel de equipamentos: visão geral do comparativo

Comparar BYOD e aluguel de equipamentos exige olhar além do investimento inicial. O BYOD prioriza flexibilidade, já que o colaborador utiliza o próprio dispositivo, reduzindo custos com aquisição de hardware.

Já a locação de equipamentos corporativos propõe padronização e suporte especializado. Todos os dispositivos são fornecidos e gerenciados, facilitando o monitoramento e a aplicação de políticas corporativas.

Enquanto o BYOD depende da disciplina do colaborador para manter o dispositivo seguro, o aluguel de celulares , computadores, impressoras e outros equipamentos oferece um ambiente padronizado, com regras de segurança claras e suporte técnico ágil.

FatorBYODLocação de equipamentos
Segurança e conformidadeAlto risco de vazamento de dados e dificuldade de controle.Garantia de padronização, políticas de segurança (solução MDM) e rastreabilidade.
Suporte e manutençãoComplexidade técnica devido à diversidade de modelos.Suporte especializado incluso, com troca rápida e garantia de uptime.
PadronizaçãoDesigualdade de performance e dificuldade de integração.Hardware padronizado e otimização do uso de recursos.
Custos (TCO)Custo invisível com suporte e riscos de segurança.Custo mensal fixo, previsível e dedutível no Imposto de Renda na modalidade Lucro Real.

Como decidir: quais critérios priorizar na escolha ideal?

Escolher entre BYOD e locação de equipamentos exige análise criteriosa dos fatores que impactam o negócio. Segurança de dados, suporte técnico, padronização, produtividade e custo total de propriedade devem ser avaliados conforme o perfil da empresa.

Empresas que manipulam dados sensíveis, têm alta exigência de disponibilidade ou precisam de conformidade regulatória tendem a se beneficiar mais do aluguel de equipamentos de TI.

Negócios em expansão, que precisam escalar rapidamente, também encontram vantagens em contratos flexíveis e customizáveis. Critérios essenciais para decisão:

  • Grau de sensibilidade e volume dos dados tratados;
  • Demanda por atualização tecnológica;
  • Nível de serviço técnico desejado;
  • Exigências de compliance e auditoria;
  • Capacidade de infraestrutura interna.
Equipe de atendimento ao cliente em call center

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Mesmo com o apelo do BYOD pela flexibilidade e economia, os riscos de segurança, suporte e TCO podem superar seus benefícios.

Empresas que buscam eficiência operacional, proteção de dados e tranquilidade na gestão de ativos tecnológicos encontram no aluguel de dispositivos de TI a escolha estratégica mais vantajosa a longo prazo.

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